novembro 30, 2004

Pessimista... ma non troppo

Se eu acreditasse que o que vem por aí é melhor, até ficava satisfeito com a probabilidade de marcação para breve de eleições antecipadas. Tal como a maioria dos portugueses, não me têm agradado as trapalhadas consecutivas de Santana Lopes e companhia.

O problema é que não vejo capacidades inovadoras nas pessoas que estão à frente dos principais partidos nacionais. Não me parece que, com qualquer uma delas à frente do país, a vida dos portugueses vá melhorar.
Chamem-me pessimista, mas Sócrates não me convence e a opção pela dissolução só vai permitir que Santana se faça de vítima ("eu queria trabalhar, mas não me deixaram"), porque o caso Henrique Chaves, quando comparado com a "fuga" de Durão Barroso, não tem gravidade que justifique uma medida tão radical.

Em situações como esta, sou adepto de ventos de mudança, mas nunca os que soprem no sentido de um mal menor. O tempo escasseia, mas pode ser que dê para, pelo menos, fazer com que uma alternativa com ideias e ideais comece a dar os primeiros passos para mudar Portugal. A ver vamos...

Publicado por Luís Humberto Teixeira em 08:54 PM | Comentários (1) | TrackBack

Assumo! (1)

Este novo espaço, chamado "Assumo!" (inspirado no "Acuso!", de Zola), mantém a lógica dos "Eu disse isto?!" que publiquei anteriormente. Com ele pretendo continuar a reunir aqui tudo aquilo que comento noutros lados, para assim dar uma melhor ideia da minha posição acerca de vários assuntos, mesmo quando não os abordo directamente no Reciclemos!.

Há quase um mês atrás, coloquei dois comentários no Barnabé, ambos em artigos relacionados com as eleições nos EUA. O primeiro foi sério, o segundo a brincar... sendo que este último mereceu uma contra-resposta a uma resposta que considerei pouco adequada de um outro blogger.
A reprodução das minhas palavras segue abaixo.

Comentado a 4 de Novembro na entrada "Like father, like son":
"Caro Walter Ego,
Com os dados actualmente disponíveis, a vitória de Bush seria uma realidade quer com eleições directas sem colégio eleitoral, quer com colégio eleitoral pelo método de Hondt."


Comentado a 7 e 8 de Novembro em "A guerra contra o terrorismo é como a guerra contra a caspa":
"Gore Vidal Sassoon?
(desculpem brincar com coisas sérias, mas não consegui resistir!)"

"Caro Rui Silva,
O comentário que fiz vive de uma associação rápida de ideias que certamente é compreendida por qualquer pessoa inteligente e com sentido de humor (guerra à caspa... Vidal... Vidal Sassoon!).
Ao colocar uma ressalva entre parêntesis, quis deixar bem claro que esta associação era uma brincadeira e não uma tentativa de abandalhar o debate. Feita que está a explicação dos factos, passemos aos argumentos.
Gore Vidal diz: "This is not a war. That’s why I make fun of the war on terror and compare it to bad temper or dandruff, whatever. Terrorism is a fact of life."
Ora, neste caso limitei-me a seguir a mesma filosofia que o escritor norte-americano: gozar um pouco com um assunto sério, para poder vê-lo de forma menos dramática. Acredite que é bom para a sanidade mental de qualquer pessoa.
Se não percebe isto e acha por bem partir para o insulto, tudo bem por mim. Mas não espere que desça a esse nível, pois os actos ficam com quem os pratica.
Aliás, para lhe mostrar que não guardo qualquer ressentimento pelo seu comentário, deixo aqui um conselho: retire o "h" de "hears" no texto de entrada do seu blog (http://www.touch-of-evil.blogspot.com) ou acrescente um "e" ao final dessa mesma palavra.
Se optar pela primeira, ficará com "ears" (ouvidos), devolvendo à frase o seu sentido shakesperiano original.
Se escolher a segunda, obterá "hearse" (carro funerário), ficando assim com uma expressão que intrigará os visitantes, dando ao mesmo tempo um maior "touch of evil"..."

Publicado por Luís Humberto Teixeira em 12:03 PM | Comentários (0) | TrackBack

novembro 29, 2004

Para mim é latim

Já não é a primeira vez que reparo nisto.
Alguém me explica porque é que o Público, vai na volta, publica artigos em latim (pelo menos, assim parece)?

Publicado por Luís Humberto Teixeira em 08:14 PM | Comentários (2) | TrackBack

novembro 28, 2004

Acordos ortográficos

Depois do anúncio do acordo ortográfico para a lusofonia, eis que o governo de Santana Lopes se mostra disposto a um acordo ortográfico para a União Europeia. Duvidam? Então leiam o título desta nota de imprensa do Ministério da Ciência, Inovação e Ensino Superior.

Publicado por Luís Humberto Teixeira em 06:14 PM | Comentários (1) | TrackBack

novembro 23, 2004

Convite para o cinema

Para assinalar os catorze anos da morte do etnomusicólogo Michel Giacometti, o Auditório Municipal Charlot, em Setúbal, exibe a 26 de Novembro, pelas 21 horas, o documentário “Michel Giacometti – Paci è Saluta”, numa sessão que contará com a presença do realizador francês Pierre-Marie Goulet, autor do filme, que após o visionamento estará disponível para responder a perguntas do público.

"Paci è Saluta", cuja segunda parte se encontra a ser preparada, é uma co-produção que envolve a Costa do Castelo Filmes e que aborda a vida e obra do etnomusicólogo corso, assim como as recolhas musicais que fez em Portugal e a sua paixão pelo Alentejo. Uma parte do filme é rodada na Córsega, terra natal de Giacometti.

Esta iniciativa é organizada pelo grupo dinamizador da Associação Michel Giacometti, em parceria com o Museu do Trabalho Michel Giacometti/Câmara Municipal de Setúbal e com o apoio da Costa do Castelo Filmes.

Michel Giacometti nasceu a 8 de Janeiro de 1929 em Ajaccio, na Córsega, e chegou a Portugal em 1959. Dedicou três décadas da sua vida a percorrer todo o país, recolhendo tradições populares já quase esquecidas e em vias de desaparecimento. Morreu em Faro, a 24 de Novembro de 1990.


ACTUALIZAÇÃO: Também vai estar presente o produtor Paulo Trancoso, da Costa do Castelo Filmes.

Publicado por Luís Humberto Teixeira em 03:48 PM | Comentários (0) | TrackBack

novembro 21, 2004

Os efeitos devastadores do Santanismo começam a fazer-se sentir

O texto que se segue chegou-me via e-mail, com a indicação de que o seu autor é Artur Mendes, Presidente da Direcção da ANIMAL. Obviamente, partilho da indignação pela eventualidade de semelhante proposta ser levada à prática.

"Em Julho passado escrevi um texto com o título "Santana Lopes, ou o Retrocesso desastroso para os Animais".
Fiz, nesse momento, um exercício honesto e frontal da minha opinião sobre Santana Lopes e o seu universo de colaboradores e a sua relação com os animais.
Comecei pelo próprio Santana Lopes, que tentou introduzir a sorte de varas em Portugal (a mais cruel actividade touricida), referi o seu apoio e amizade pelo matador (pessoa que mata) Pedrito de Portugal, de quem foi primeira testemunha no processo a que este toureiro foi submetido após ter morto ilegalmente um touro na arena, continuei pelo seu amigo pessoal, sócio e actualmente Ministro Adjunto, Henrique Chaves, Advogado da Federação Portuguesa de Tiro com Armas de Caça e de todos os clubes de tiro em Portugal – acérrimo defensor do Tiro aos Pombos, e, consequentemente, responsável pela matança * apenas por gozo * de mais de 100.000 animais por ano em Portugal.
Não me lembrei, contudo, de Miguel Relvas, Secretário-Geral do PSD, também ele um entusiasta da denominada Festa Brava. Também não sabia mas agora já sei que a namorada do matador (pessoa que mata) Pedrito de Portugal começou agora a trabalhar no Gabinete do Primeiro Ministro como Assessora de Imprensa.
Em Julho disse que achava que o PSD, com estas "personalidades" e com um sistema de gestão em muitos aspectos similar ao da Coreia do Norte, não iria deixar de legalizar as touradas de morte em Portugal, dadas as "preocupações humanistas e civilizacionais" deste partido.
Neste fim de semana, foi aprovada, no congresso do PSD, uma moção na qual se entrega a decisão das touradas de morte às autarquias.
Quer isto dizer que cada Câmara Municipal do país decide se faz ou não corridas com sorte de varas e morte do touro na arena.
Quer isto dizer que pelo menos 34 autarquias – e isto só agora começou – poderão fazer touradas de morte, como declararam já que iriam fazer.
Quer isto dizer que, da forma mais cobarde ("eu, governo, não tenho a culpa, as autarquias é que saberão o que fazem..."), legalizam-se as touradas de morte em Portugal.
Quero com isto dizer que, desde que estas "personagens" assumiram o poder – que exercem ao estilo da Velha Senhora –, aproveitam uma maioria absoluta obtida com o apoio do CDS/PP (partido que propôs a legalização de touradas de morte em Barrancos num projecto-lei do agora Ministro do Turismo Telmo Correia, espectador regular de touradas de morte em Espanha), e avançam sem limites para um novo horizonte até agora desconhecido de "evolução civilizacional".
Isto tudo com a visão "profunda e futurista" de Jorge Sampaio, nosso Presidente da República, conhecido aficcionado e a primeira pessoa a dizer em Barrancos que aquela matança deveria ser legalizada."

Publicado por Luís Humberto Teixeira em 10:06 PM | Comentários (1) | TrackBack

novembro 18, 2004

Circo já temos. E o pão?

(frase vista numa parede do Largo da Misericórdia, em Setúbal)

Publicado por Luís Humberto Teixeira em 06:48 PM | Comentários (3) | TrackBack

novembro 15, 2004

Feriados

Quantos feriados obrigatórios existem em Portugal? Uma dúzia.
O 1º de Janeiro; a Sexta-Feira Santa; o 25 de Abril; o 1º de Maio; o Corpo de Deus; o 10 de Junho; o 15 de Agosto; o 5 de Outubro; o 1 de Novembro; e os dias 1, 8 e 25 de Dezembro.

Além destes, existem os feriados facultativos da Terça-Feira de Carnaval e do feriado municipal ou distrital de cada localidade (em Setúbal, por exemplo, é o 15 de Setembro, dia de Bocage). Isto, sem esquecer a opção do feriado da Sexta-Feira Santa ser observado noutra data com significado local no período da Páscoa.

Eu, tal como a maior parte dos portugueses, gosto de gozar feriados, não só pelo tempo livre como pela oportunidade de recordar/assinalar os acontecimentos que motivaram esses feriados.
No entanto, parece-me paradoxal que um país que, na sua Constituição, defende a igualdade de tratamento para todas as confissões religiosas coloque como feriados obrigatórios alguns dias relevantes apenas para uma dessas religiões, neste caso a católica.

Não digo que se decrete o fim dos feriados religiosos. Afinal, alguém consegue conceber que todos os cristãos sejam obrigados a trabalhar no Natal, dia de nascimento de Jesus e tradicionalmente dedicado à família?

Então porque é que, do mesmo modo, os muçulmanos não têm legalmente direito a gozar o dia de nascimento de Maomé ou o início ou o fim do Ramadão, por exemplo? E quem fala nos muçulmanos, fala nos judeus, nos cristãos ortodoxos ou nos budistas.

Em meu ver, feriados obrigatórios deveriam ser apenas os políticos, como o 1º de Janeiro (Dia Mundial da Paz), o 25 de Abril (Dia da Liberdade), o 1º de Maio (Dia do Trabalhador), o 10 de Junho (Dia de Portugal), o 5 de Outubro (Dia da Implantação da República) e o 1º de Dezembro (Dia da Restauração da Independência).
(Apesar de ser um feriado religioso, incluí nesta lista o 1º de Janeiro por considerar que o Dia Mundial da Paz - que se comemora na mesma data - merece o estatuto de feriado obrigatório.)

Quanto aos feriados religiosos... todas as grandes religiões deveriam ter, por exemplo, seis feriados anuais consagrados na lei, à semelhança do que já acontece com os católicos (Sexta-Feira Santa, Corpo de Deus, Assunção, Todos os Santos, Imaculada Conceição e Natal).
Deste modo, todos teriam direito a tirar os seus dias festivos, trabalhando nos dias festivos das outras confissões. Quem sabe se assim não se aumentariam os níveis de produtividade de que o governo tanto fala e o país tanto precisa?

Publicado por Luís Humberto Teixeira em 09:56 PM | Comentários (7) | TrackBack

novembro 12, 2004

Operação stop na 25 de Abril

Em plena hora de ponta matinal, seis agentes da BT lembraram-se de fazer uma operação stop nos tabuleiros da Ponte 25 de Abril.
Pelo que me contou quem passou pela ponte àquela hora, foi o caos absoluto!
Com um pouco de sorte, apanharam muitos condutores ao telemóvel, a contactar os empregos para avisar que iam chegar atrasados...

Publicado por Luís Humberto Teixeira em 09:33 AM | Comentários (3) | TrackBack

novembro 08, 2004

Há coisas que me deixam abismado...

... como a ilação tirada pelo deputado Narana Coissoró acerca da reeleição de George W. Bush e publicada este sábado no Jornal de Notícias.

"Uma coisa é certa: a grande controvérsia sobre a mentira das armas de destruição maciça de Saddam parece ter ficado definitivamente enterrada, depois desta reeleição de G. W. Bush com mais votos do que na eleição anterior."

Pela forma como Narana Coissoró elabora a frase, dá a entender que a reeleição de Bush (resultado da vontade de pouco mais de metade dos eleitores dos EUA) prova que as armas existiam.

Parece que, para o senhor deputado, a verdade é a versão da história defendida pelos vencedores... sem que seja necessária a apresentação de quaisquer provas.
Por essa ordem de ideias, se Hitler tivesse ganho a Segunda Grande Guerra, o holocausto não passaria de uma mentira inventada pelos detractores do Fuhrer.
Não é verdade, senhor deputado?

Publicado por Luís Humberto Teixeira em 11:47 PM | Comentários (1) | TrackBack

novembro 06, 2004

Falem enquanto podem

A possibilidade de um ataque ao Irão (esse país que, seguindo uma lógica bushiana, faz certamente parte do Eixo do Mal, pois fica entre o Iraque e o Afeganistão) na sequência da reeleição de George W. Bush...
O despedimento do embaixador britânico no Uzbequistão por defender os direitos humanos naquele país da Ásia Central...
A apreensão dos servidores da Indymedia...
Até mesmo as acções ilegais de autarcas da Covilhã para com jornalistas de uma rádio local...

Ou, como diz o Frederico, esta "estranha sensação de falta de Democracia que se vive no mundo".

Publicado por Luís Humberto Teixeira em 10:09 PM | Comentários (2) | TrackBack

novembro 05, 2004

Convenceram-me

Depois de ler as mensagens contra o encerramento deste blog (e de ouvir os argumentos favoráveis à continuação do blog por parte da minha mulher), decidi aceder.
Vou manter o Reciclemos! aberto, mas não prometo grandes actualizações nos próximos tempos.
Para já, fica aqui a referência a um caso quase certo de negligência que aconteceu praticamente à minha porta e a ligação para o debate em que me tenho envolvido no Alternativa, acerca do Combate à abstenção.

Publicado por Luís Humberto Teixeira em 12:22 PM | Comentários (3) | TrackBack

novembro 02, 2004

Agradecimentos

Antes de fechar o Reciclemos!, queria agradecer publicamente, e em primeiro lugar, ao Paulo Querido, pela cedência do alojamento gratuito e dessa ferramenta excepcional que é o publog.

Digo obrigado também ao Raul, do Congeminações, ao Octávio, do Ondas, ao Manuel Félix Costa, do Pé de Meia..., ao João Paulo, do Bioterra, ao Pedro Guedes, do Último Reduto, ao João Norte, do Intro.Vertido, ao João Tilly, ao Raio, do Cabalas, ao Zecatelhado, do Tá de Chuva, ao Jumento, ao João, do Os Dias das Noites, ao José Gonçalves, do Blogquisto, à Fundação Canzoada, ao Rogério, do Afixe, ao Vítor Silva, do Papel de Parede, ao Boss, do Renas e Veados, ao CMC, do Tugir, à GIN, do Gin Tónico, e a tantos outros que por aqui comentaram (não é o facto de não aparecerem nesta lista que vos dá menos valor).

Foram 40 semanas de gestação acompanhada na blogosfera que agora chegam ao fim... mas assim que o novo projecto estiver a funcionar, eu aviso por aqui.

Publicado por Luís Humberto Teixeira em 10:46 AM | Comentários (8) | TrackBack

novembro 01, 2004

Assuntos há sempre...

... a disponibilidade é que pode faltar.
Ambientalmente falando, queria ter dedicado mais tempo de reflexão e de debate a questões como os transgénicos em Portugal, ao lamentável anúncio da Concreta, e, pela positiva, ao automóvel a ar comprimido que deverá estar disponível aqui ao lado a partir de 2005.

Em termos blogosféricos podia ter falado mais sobre temas como o fim abrupto do blog Sadinos, à procura de nova gerência; a acção da PJ em casa de António Balbino Caldeira, lá Do Portugal Profundo; ou ainda o caso do blog do Pombal.

A nível de experiências pessoais, podia ter partilhado a vontade da PT em só me devolver sob a forma de chamadas ou equipamentos o dinheiro que me devia pela cobrança indevida da activação de chamada em 1999.
Como já só sou cliente PT Comunicações por causa da assinatura mensal da linha telefónica e não quero chamadas nem equipamentos, o caso está a ser apreciado por um departamento próprio da empresa de telecomunicações. Vamos ver no que dá.

Não falei, mas também não faz mal. O meu e-mail - luis.humberto.teixeira@sapo.pt - continua à disposição de quem quiser falar comigo depois deste blog ser encerrado no dia de Finados.

Publicado por Luís Humberto Teixeira em 01:04 PM | Comentários (0) | TrackBack

Últimos "Eu disse isto?!"

Beslan, jornalismo, Bilderberg e "alternativa" nuclear.

Comentado no Ondas:
"Por cá, a ministra da Ciência e do Ensino Superior parece concordar com a opção nuclear (ver Publico.pt de 22-10-2004), apesar dos riscos vários que tal acarreta. Não se compreende, dadas as alternativas naturais e renováveis que temos ao nosso dispor."


Comentado no Barnabé:
"Não percebo porque é que só se fala de Sócrates, Santana e Balsemão quando houve mais um português na última reunião do grupo de Bilderberg.
Consultem lá as listas e vejam se o nome de António Vitorino também não consta dos presentes em Stresa, Itália, entre 3 e 6 de Junho deste ano."


Comentado n'(o vento lá fora):
"Sérgio, a blogosfera anda atrás do jornalismo tradicional tanto nos EUA como cá.
A única diferença é que os jornais, rádios e televisões de Portugal acompanharam este caso, enquanto os dos EUA estavam mais atentos ao congresso republicano em Nova Iorque."

"Estava eu a começar a escrever o comentário, quando o Paulo publicou um com teor semelhante mas muito melhor. 'Tou a ver que tenho de começar a ser mais rápido com o teclado... :)"

"Não me irão doer Paulo. Tenha eu tempo e cabeça para conseguir encontrar palavras que façam jus a uma situação tão chocante como a morte de centenas de crianças e adultos que saíram de casa numa manhã para regressar à escola depois das férias de Verão - algo por que todos nós passámos.
Aliás, nas poucas entradas que tenho colocado no Reciclemos nos últimos tempos, uma delas até fala sobre um pormenor que, na imprensa portuguesa, apenas foi referido pelo Sítio do Sindicato dos Jornalistas: o envenenamento de uma jornalista russa que ia a caminho de Beslan para negociar a libertação dos reféns com os terroristas."


Comentado no Congeminações:
"Gostei da separação entre compreender e apoiar feita pelo Raul e concordo com o Francisco... independentemente da nacionalidade ou etnia dessas crianças e dos seus carrascos."

Publicado por Luís Humberto Teixeira em 10:41 AM | Comentários (1) | TrackBack