Elementos do PSD vão apresentar no próximo Congresso do partido uma moção que, entre outras coisas, defende a extinção do Instituto de Conservação da Natureza (ICN) e do Instituto Português da Juventude (IPJ).
Vale a pena ler a análise feita por Pedro Almeida Vieira, do Estrago da Nação, àquilo que já se conhece da referida moção, na entrada "Farpas Verdes LXXVIII".
Em relação a esta problemática fiz dois comentários e lancei um dado novo para a discussão, o qual obtive via Jornal de Notícias. Republico-os abaixo.
Dois comentários e um dado novo:
"O discurso ambientalista é, hoje em dia, politicamente correcto. Por isso, em altura de pré-campanha, o PSD decidiu aderir à onda, talvez para contrariar a má publicidade que resultou da análise da EU VoteWatch.
Se os subscritores desta "moção geracional" a apresentam "sem concessões de autoridade ou tiques de poder", porque é que propõe uma medida tão concreta como a extinção de dois institutos públicos, só porque estes não têm uma "orientação política actual"?
Segundo notícia do JN - http://jn.sapo.pt/textos/out2015.asp -, uma das figuras conhecidas ligada a esta moção é a ex-presidente da Liga para a Protecção da Natureza, Helena Freitas, que foi vice-presidente do IPJ entre Janeiro e Outubro de 1998."
Publicado por Luís Humberto Teixeira em maio 18, 2004 07:42 PM