Para assinalar este dia de comemorações duplas...
Morrem as árvores de pé?
Uma árvore cai!
Não se (lhe) ouve um som
na Natureza
a morte é sempre assistida do silêncio.
As outras árvores choram...
e o seu pranto é mais pungente
que a dor do tronco magoado,
a descer lentamente por entre a vegetação,
até esmagar o solo.
Helena de Sousa Freitas
Publicado por Luís Humberto Teixeira em março 21, 2004 08:37 PMOlá, Luis tive a mesma iniciativa e coloquei no blog http://www.ambientalistas.blogspot.com/ poemas de Miguel Torga.Gosto imenso de poesia.
Um abraço